Análises para quem compra do Brasil.
Dados oficiais, portos e documentos que mudam o custo e o prazo de quem importa produtos brasileiros. Cada número é conferido na fonte.
Profundidades em Itajaí/Navegantes até 10/12: o que o comprador FOB deve perguntar
O Porto de Itajaí fixou profundidades mínimas nos berços, válidas até 10 de dezembro de 2026. Nos berços de Itajaí, elas vão de 12,2 a 12,9 m. Na Portonave, são 12,7 m e 12,9 m nos berços 1 e 2 e 12,6 m no berço 3, onde o número vale só para a área disponível para atracação. Com o rio alto, o relatório de monitoramento do porto, com horizonte de 48 horas, diz que a correnteza deve ser aferida em tempo real antes de qualquer manobra. Isso pode afetar escalas, cut-offs e o risco de rolagem.
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Exportações brasileiras aos EUA geram mais receita em agosto, enquanto o peso da carga cai
Dados oficiais do MDIC mostram alta de 12,1% no valor das exportações e queda de 17,3% no peso líquido em agosto. A Sync Port analisa o que essa divergência significa para compradores internacionais.
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O terminal elétrico da APM em Suape: o que ele abrange e o que é o Maersk Ganges
O novo terminal da APM em Suape iniciou as operações comerciais. Explicamos os equipamentos elétricos, identificamos o navio porta-contêineres Maersk Ganges e distinguimos as afirmações da operadora do que ainda não foi verificado.
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Mercosul-UE: o que conferir ao comprar de PMEs brasileiras
Compradores europeus de PMEs brasileiras devem conferir classificação do produto, evidências de origem e tarifa aplicável antes de precificar o próximo pedido.
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Free time não é detalhe: é margem de segurança na importação
Uma tarifa marítima competitiva pode ficar cara quando liberação, retirada e devolução do vazio não cabem no free time disponível.
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Tarifas Brasil-EUA: o checklist do importador antes do booking
As novas medidas dos EUA exigem uma revisão prática antes de reservar carga Brasil-EUA: produto afetado, NCM/HS/HTS, exceções, trânsito, landed cost, contrato e decisão comercial.
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Tarifa dos EUA: 3 mil produtos brasileiros exigem revisão por NCM
Nova sobretaxa de 12,5% pode levar parte das exportações brasileiras aos EUA a 37,5%. Veja como cruzar tabela de produtos, NCM, HS, HTS, landed cost e contrato antes do booking.
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